sábado, 26 de janeiro de 2008
Nota (apenas uma reflexão ridícula).
As vezes eu prefiro a solidão porque eu observo ao redor e vejo apenas o superficial e o previsível e o já-esperado. Não sei se quero isso pra mim. Não quero estar ao lado de alguém que não me "acrescente" algo, que apenas me consuma...enfim. Além do mais, as pessoas vivem de (boas) aparências e de conveniência, coisas que eu não tenho para oferecer, logo eu me perco, sendo mais uma na multidão. Olho a juventude da qual faço parte e observo como grande parte está vazia e fútil, "ter" é mais importante que SER e onde a quantidade conta muito mais que a qualidade. Decepcionante, mas minha opinião não conta em nada, tão pouco vai mudar o mudo. Apenas fico indignada.Ou melhor, ainda tenho a esperança de encontrar alguém que me ame e que esteja no mesmo eixo que eu, que sonhe alto ,que prepare um café para mim, que não goste de ir ao shopping e que goste de música boa. Enquanto esse não vem, a solidão me acompanha. A solidão é opcional.
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2 comentários:
ai mari...li tudo que escreveste e sei lá, me identifiquei com tudo que você escreveu! ultimamente tenho me sentido só mais uma no meio de muitos, de uma hora pra outra, resolvi pensar em muita gente que eu achava "amiga" e que as atitudes não comprovaram...atestaram apenas ser pessoas que não me completavam, ao contrário, me faziam sentir ainda mais vazia, não acho que o erro esteja em mim, acho que já fiz muito e merecia receber algo em troca...alguma prova...
Um brinde aos adeptos da auto exclusão!
Aos que não se metem em qualquer buraco!
Aos refletem sobre a vida, e sobre a ausencia da mesma!
Aos q querem mais doq ela tem a oferecer!
(essa é a hora em q batemos nossos copinhos de plastico e tomamos um gole do vinho quente)
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